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janeiro 28, 2010

As Doze edições da Turma da Mônica Jovem - parte final

Turma da Mônica Jovem nº11

Novo arco de duas partes “SER OU NÃO SER”.

Tudo começa durante um campeonato interescolar onde o colégio do Limoeiro (a escola de nossos heróis) enfrenta a escola Nova Pindorama.

O time da turma se prepara exaustivamente para o jogo, liderados pelo Titi vão a campo. As meninas fazem sua parte sendo lideres de torcidas com pom pom e tudo. O jogo começa e as loucuras de sempre acontecem o Cebola se mostra um perna de pau, as meninas começam um barraco, o prof... Digo... Treinador se é do tipo rigoroso e o Cascão se revela a estrela do time aos olhos admirados de Dudu e também um estranho casal aparentemente vestidos como militares.

Graças ao fedorento artilheiro, o time do Limoeiro vence a partida e comemora, menos o próprio astro do time que vai em outra direção. O metidinho do Dudu resolve seguir o ídolo.
Em casa, Cascão cai no sofá para assistir a série de ficção científica do Cosmoguerreiro (uma obvia citação de Jaspion) deixando Dudu com o queijo no chão, pois imaginava que fosse algo relacionado a futebol, principalmente quando soube que o ator dessa série o tal Leonardo Nemoi, estaria numa convenção de admiradores de sci-fi que seria no mesmo dia da final do campeonato.
Dudu aparece e repreende o rapaz, que se revela praticamente um nerdão que gosta de quinquilharias relacionadas a sci-fi e action figure.
Decepcionado, Dudu deixa seu herói para trás ameaçando contar tudo para os demais, Cascão não se abala, pois para ela tudo aquilo é uma inspiração para ele. Até que surge do nada um enorme robô igual da série do Cosmoguerreiro em cima do telhado de sua casa, após avisar o seu pai o autômato desaparece como se fosse uma ilusão, deixando o sugismundo questionando sua sanidade. O time do Limoeiro se prepara para jogar contra o colégio científico Geminoid e Cascão está tremendamente tenso depois de ter visto a máquina. Depois de ser examinado pelo doutor Ráuse (satirizando quem? Adivinhem!) ao sair na rua é novamente perseguido e se esconde.
Novamente Dudu o surpreende e acha que o Cascão esta ficando lelé de tanto assistir suas séries de ficção. O fedorento tenta por as idéias no lugar mas ainda esta apavorado após constar que não é coisa de sua cabeça.

É um pouco difícil, para mim avaliar a história, mas há tramas dispersas, como as meninas lideres de torcida, o time do Limoeiro na final do campeonato e o Cascão vendo robôs.
O inicio achei bem legal, conseguiu me divertir. As piadinhas foram bem colocadas, como as do gol contra “do Contra” (que comemorou ainda o miserável) as meninas desajeitadas como lideres de torcida (isso tem por aqui, certo?). E claro, tem o mistério envolvendo o Cascão (o que dizia odiar RPG) que se vê perseguido por robôs iguais da série que assiste. E qualé daqueles “militares”? Terão algo a ver com isso? Qual o interesse no garoto cascudo?


Turma da Mônica Jovem nº 12

A conclusão de “Ser ou não ser?”

Cascão vai mal nos treinos, devido as suas “alucinações” deixando todos intrigados sobre seu comportamento.

Para piorar o Dudu vive em cima dele dando indiretas.Ao andar na rua, acaba se encontrando com o estranho “casal militar” que se dizem olheiros de jovens craques e propõe ao sujismundo entrar para um time profissional, mesmo tentado ele recusa a oferta, principalmente após perceber que os dois pertencem ao colégio cientifico Geminoid.
Logo aparece a Mônica de surpresa e é interrogado tendo que se abrir pra ela sobre seus problemas. A garota da uma moral para o Cascão treinar sem parar (como o Cebola faz) e logo os resultados são eficientes.
Cascão indaga de onde a Mônica aprendeu esse ensinamento futebolístico e ela apenas diz que nem sabe nada de futebol, só se inspirou num episódio do Cosmoguerreiro para surpresa do fedorento. Dudu ainda incomoda, mas o Cascão não esta mais nem ai e se esqueceu dos problemas.

No dia do famigerado jogo as meninas estão com um problema, pois a Denise ficou deprimida porque foi ignorada pelo jogador do time adversário (aliás todos eles são iguais!) deixando as garotas na mão, logo a veterana Aninha toma o lugar dela.
No vestiário masculino (aaah... saco! Precisava botar essa parte?!), os garotos também adotaram o método de treino do Cascão. O jogo esta prestes a começar enquanto o Titi tem aqueles ataques de machismo ciumento com a Aninha vestida de mini saia e ela dá um paratequieto no chauvinista (não é o porco do Cascão!), pois ele reclamava que ela fazia o mesmo com ele.

E o jogo começa pra valer e o time do Limoeiro já leva um baile do Geminoid. Cascão se dá conta que todos estão imitando o seu estilo e conclui que todos eles são robôs, claro que ninguém acreditou (apesar dos jogadores parecerem a mesma pessoa e não demonstrarem emoções) e eles voltam ao jogo e com a ajuda do treinador o jovem cascudo muda de tática e passa a bola pro Cebola fazer o gol. O outro suatime tenta reagir até que a Mônica “sem querer” joga um pom pom num dos jogadores arrancando sua cabeça... O QUÊ?! Calma... Era só um robô como o Cascão havia dito e o técnico (que também assiste Cosmoguerreiro) confirmou.

Todo o esquema dos robôs foi obra do colégio científico Geminod que os construiu para testar se um time de robôs fosse capaz de vencer um time humano. O fato de que os robôs que perseguiam o Cascão eram parecidos com os do seriado do Cosmoguerreiro era que os cientistas eram fãs da série também. No final Geminoid é desclassificado e constatam através do metido do Dudu que o experimento é falho pois os robôs apenas imitam e não teriam a determinação e a criatividade de um jogador normal.

Resolvido tudo, Cascão finalmente consegue ir a sua convenção de ficção cientifica e leva galera junto só lamentando não ter visto o seu ídolo de perto, o tal de Leonardo Nimoi, mas tudo acaba bem. No geral achei a história divertida e só, mais pela empatia com a condição do Cascão. Acho interessante como a história se divide em situações como havia falado antes culminando no jogo.
Não chega a ser uma grande aventura e sim, uma história do dia a dia com elementos fantásticos. Têm inúmeras referencias da cultura pop como Jaspion e Dr. House.
Também tem as lições de superação que é de praxe em qualquer história de esporte. Achei bem introduzida na história não ficou muito pedante como costuma ser neste tipo de trama. Notei uma escala de lições do tipo que a Mônica dá no Cascão em seguida o Cascão dá outra moral no Dudu e o próprio da uma no pessoal do colégio Geminoid.
Este arco não é memorável, mas vale a diversão principalmente a aqueles que curtem nerdices da antiga e não se incomodam de ver pela enésima vez seu saudoso seriado favorito. Se não for do seu interesse então não achará a história boa.


E estas foram as 12 primeiras edições da Turma da Mônica Jovem, a conclusão que tenho em um ano é que o espírito da Turma da Mônica permanece nas histórias o que por um lado é bom e por outro carece de uma coisa para classificar de “jovem”, pois muitas vezes a coisas que parecem subestimar a inteligência dos mesmos.
Como disse antes, é um receio típico em lidar com personagens de origem infantil, o que acho normal. Reparem que nenhum dos personagens principais tem um desvio de caráter muito grande e seguem um padrão exemplar básico. Posso dizer com segurança que as principais características de Mônica e Cia foram até suprimidas em nome do “dar o exemplo”.
Eu não estou dizendo que eles devem entrar pro crime ou começar a tomar drogas, só que jovens costumam entrar em conflito com tudo. De repente, o Cascão entra pra uma religião oriental e resolve não tomar banho nunca mais ou a Magali se torne vegetariana e chata que fica marcando até o pai quando come uma fatia de presunto e daí por diante. O motivo pelo qual fiz esta resenha é que como este blog é um fanfiction de uma versão de uma Turma da Mônica Jovem, nada mais justo do que fazer uma “analise” sobre isso que abrange apenas as doze primeiras edições. Com o tempo farei com as mais atuais.

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Tá! Ótimo! É claro que não posso escapar de fazer comparações entre os dois universos. Se reparar bem, Menores do Amanhã é um universo voltado para a ação, então os personagens são construídos dessa maneira. As aventuras são sombrias e complexas e ficam dentro de uma trama maior. Os vilões são realmente maus chegando as vezes a matar, para conseguir seus objetivos.Tento amenizar isso, dando uma vida cotidiana aos personagens, que aparentemente estão acostumados com o ambiente.
A TMJ vive de “aventuras regradas” os vilões nunca passam do limite, apesar do humor compensar um pouco, mas pode ficar chato se sustentar nesta muleta criativa.
Notei que trabalham melhor nas histórias do dia a dia.
Quanto aos personagens volto a dizer sobre a questão de supressão das características. Para ser fiel a fonte, eu não fiz isso. Apenas dei “upgrade” nelas.



A M, comparada com a Mônica é mais atlética tem aquele temperamento, mas não bate nos meninos da rua (a não ser com Cebol quando fica abusado ou quando o Lixo começa a pirar) e sim em exércitos, robôs gigantes e monstros mutantes e sem o menor pudor quanto ao uso da sua força. Já a Mônica é obstinada e dependendo do roterista determinada, muitas vezes nega o uso da força ou entrar em confrontos diretos.


O Cebol é uma “agradável coincidência” com a sua contra parte, o Cebola. Ambos sempre tem um plano, mas tomam rumos diferentes. Um é ligado exclusivamente na arte do skate e cultura urbana o outro é mais engenhoso ligad em informática. Mas ambos são garotos normais e pagam pau para suas determinadas dentuças.


Lixo é um caso estranho, enquanto o Cascão começou tomar banho e parou de viver no lixo, a sua contraparte em Menores É O Lixo, pode até tomar banho, mas para ele isso não é necessário.
Cascão para mim era um personagem dúbio por isso, Lixo é um tipo meio bom e meio mau (como o Hulk, por exemplo) atormentado. Por isso tem um aspecto gótico totalmente o contrario do jovem Cascão esportista e nerdão nas horas vagas (que é mais semelhante ao Cebol).


Quanto a Maga, dei um bom motivo para sua gulodice, relacionando a seus poderes de super velocidade ela pode comer grandes quantias de comida sem ao menos engordar. Já a Magali na TMJ está controlando o que come para manter a forma.


Os Franjas são muitos diferentes em vários aspectos. Um deles começou a fazer fortuna com suas invenções e sua franja é bem aparente chegando a cobrir os olhos. Não! Ele não é emo, crianças... Se perguntarem a alguém mais velho (ou procurarem na internet) sobre o Recruta Zero ou o Multi-Homem do desenho animado “Os Impossíveis” verão que essa idéia foi antes dessa tal modinha. O outro tem franja, mas não tão aparente e ainda é um típico jovem normal. Cria inventos, mas não tem grandes pretensões com eles no momento.



Bem, vão dizer que é outro "mimimi" (ahaha! Adoro esse termo do MdM) meu, mas escrevi isso para melhor entender o que é essa TMJ e qual o caminho que talvez tomem nos próximos anos. De qualquer maneira, Menores do Amanhã continuará seu próprio caminho, os personagens evoluirão na medida do possível, pois tenho muita história pra contar.

Até.

dezembro 25, 2009

As doze edições da Turma da Mônica Jovem - parte05

ATENÇÃO: TEM SPOILERS PESSADÍSSIMOS SOBRE A TRAMA, SE VOCÊ NÃO LEU A EDIÇÃO 9 DE TMJ SUGIRO QUE O FAÇA ANTES DE LER ESTA RESENHA.
SE VOCÊ JÁ LEU OU NÃO TÁ NEM AI FIQUEM A VONTADE!

Turma da Mônica jovem nº 9


Esta é uma história completa, tipo do dia a dia, mas é mais do que isso.


O PRÍNCIPE PERFEITO começa no teatro da escola onde será feito uma encenação de Romeu e Julieta, Mônica ensaia para se candidatar ao papel de Julieta, mas dependia do Cebola que combinou com ela que seria o Romeu, mas o ex-troca letra deu pra trás e coube ao Cascão (que não estava nem a par pra peça) ensaiar com a menina.

Não deu outra, o Cascão estragou tudo e logo depois chega o Cebola atrasado pois estava trabalhando em seus projetos de internet e perdeu a hora.

Claro, a Mônica fica p@#$ da vida com o rapaz que após quase apanhar dela, acidentalmente ganha o papel de Romeu (para a desgraça do eterno coadjuvante Xaveco) e o papel de Julieta foi para a lindinha da turma, a Carmem. Mônica sai muito chateada do teatro, mas com o apoio da Magali, da a volta por cima e decide ficar com outro papel e tenta ser compreensiva com Cebola.

No entanto, o ex-troca letra acha que vai levar uma sova e começa a evitá-la deixando-a mais p#$%¨ ainda. Eis que surge um rapaz bem afeiçoado (macho não chama homem de bonito, pô!) chamado Toni que a consola.

Mônica apresenta a sua “aquisição” para as demais garotas que ficam babando deixando o Cebola aparentemente com ciúmes.

Logo o cara se demonstra um bom aluno, bom colega, bom esportista... Em resumo, um babaca... Segundo o Cebola que parece estar com a alma transbordando de ciúmes. Ele tenta saber mais sobre o rapaz boa pinta enquanto há os ensaios da peça. Mônica pega o papel de mãe (kkkkkk...) da Julieta, deixando-a na derrota, mas vem o Toni e logo levanta o moral da nova amiga. Cebola decide “desmascarar” o boa laje.

No outro dia, Toni acompanha Mônica para os ensaios daí chega o Cebola cheio de gentilezas e pede para Toni fazer uma demonstração de esgrima já que no seu colégio anterior havia aulas desse esporte. E ele é realmente bom, tão bom que o diretor da peça o deixa no papel de Mercúcio (para novamente a desgraça do pobre Xaveco) rival de Romeu o que deixa o galante rapaz mais próximo da Mônica.

Cebola começa de todas as formas a atrapalhar a relação entre os dois, sem sucesso. Ele fica tão transtornado com isso que perde o papel de Romeu e logo para quem?

Mônica se enche da ciumeira do colega e dá-lhe uma bronca de cair às orelhas e sem opção ele fica filmando a peça.

Antes da peça começar, Carmem passa mal e Toni sugere a Mônica que a substitua para o papel, já que ela sabia as falas. O resultado é perfeito a peça foi um sucesso e tudo correu bem.


Aaaah... Ainda não acabou!



ZONA DE SPOILERS!!!! (pena que não posso botar aquela musiquinha que o Jovem nerd usa...)



Depois da peça, Toni pede para Mônica se encontrar com ele nos bastidores para fazer uma confissão importante. A garota pensa que ele vai pedi-la em namoro com certeza.

Ao chegar ao local, Toni a enche de elogios e disse:

“Não estou exagerando em nada! Você é uma das pessoas mais perfeitas que conheço Monica... Pra chamar de AMIGA!”

(Aaaaaai!! Coração doeu legal! Cardiologista urgente!)

Ele completa dizendo que esta interessado em outra garota do antigo colégio dele pede conselhos para a Mônica sai de cena após algumas palavras.

Cebola chega pro cara e diz qual é a dele, pois um sujeito tão esperto deveria notar que ela estava a fim dele e que dizer coisas como amizade a magoaria...

SÓ QUE ESTA ERA A REAL INTENÇÃO DO TONI!! OU MELHOR DIZENDO TONHÃO DA RUA DE BAIXO!!!!

Tonhão era o valentão que atormentava o Cebolinha e outros garotos menores, mas sempre levava bifa da Mônica. Constrangido por apanhar de uma menininha abandonou o bairro e arquitetou um plano pra lá de diabólico para “derrotar” a dentuça definitivamente. Ele mudou de aparência, estudou e se tornou simpático apenas para alçar seus objetivos. Foi capaz de persuadir a Magali a colocar salsicha nos sanduíches sabendo que Carmem era alérgica, só para colocar a Mônica no papel de Julieta.

O “vilão” se gabou tanto em contar sua vitória ao Cebola que não reparou que ele havia colocado câmeras por todo palco e até nos bastidores! E todos viram a conversa!!

Inutilmente Toni tem um piti, mas só bastou levar uma bifa novamente da Mônica.

No final, Mônica fica se sentindo culpada por ter “criado” o Toni, mas Cebola chega e diz que as coisas não são bem assim, afinal ele é um bom exemplo de que nem todos guardam ressentimentos. E ai, ambos terminam fazendo a peça.


Foi uma excelente história! Acima da média eu diria, compensa tudo que comentei na edição anterior.

É uma história bem simples, mas cheia de reviravoltas em sua conclusão, me fez realmente “explodir a cabeça” com impacto da revelação, até então se achava que era apenas um ciuminho besta do Cebola, mas a coisa era mais profunda, num passado obscuro da turma.

Toni se mostrou um “vilão” mais eficiente que os demais que apareceram nestas edições, bem desenvolvido e com um propósito definido. Se fosse outra coisa, tipo um cara legal e um romance tal não teriam a mesma comoção que me abateu tornando-se uma história mediana.


Arrisco a dizer que esta é uma das melhores edições da TMJ parabéns a Petra Leão co-roterista e demais envolvidos.





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Turma da Mônica Jovem nº10


Conta comigo, é uma historia formada de histórias menores que formam a trama completa da edição.

Mônica fica na pior porque tirou notas baixas na escola, pois perdeu muito tempo ajudando os amigos.


PROBLEMAS DE CAPTURA

Cebola pede ajuda para a dentuça com um projeto para criar um Vídeo game de luta como modelo de “motion capture”, em outras palavras ela veste um traje para captura de movimento para interpretar o personagem virtual.

Logo somos agraciados com hilárias referencias de games de luta como Mortal Kombat, Street fighter, King of Fighters e outros.

Divertido.


DECIFRA-ME OU TE DEVORO-TE

Magali entra para um game show culinário e convida a Mônica como parceira. Elas terão que competir contra a malandra Denise e a metida da Carmem.

É tipo um programa de perguntas onde responde quem apertar a Campania primeiro e Mônica é muito rápida, no entanto não entende nada de culinária o que as deixa em desvantagem, até que a Magali assume a situação e elas ganham centenas de barras de cereal(!).



LE PARKOUR

Como o nome diz, Cascão começa a praticar essa modalidade de esporte urbano originado da França de pular em obstáculos de cidades (muros, cercas, escadas, prédios, etc).

Ele pede a Mônica para filmá-lo em ação. A dentuça acha que é um esporte de maluco, mas mesmo assim acaba aceitando a tarefa seguindo o seu fedorento amigo por toda a parte.

No final, é a Mônica que humilha o Cascão pois além de segui-lo ainda carregava a câmera usando apenas uma das mãos.


Na conclusão da história Mônica é chamada pela galera e ela vai contrariada pois imaginava que se tratava de mais um favor. Mas na verdade, sabendo das notas baixas dela, os amigos resolvem fazer um grupo de estudo para ajudá-la. E tudo acaba bem.


Nesta edição nada de extraordinário acontece, embora divirta um pouco para passar o tempo (principalmente as duas primeiras histórias) é bom relaxar um pouco depois da edição nove...

Não tendo muita coisa o que dizer deste número, os desenhos assim como nos demais números tem se mantido no nível bem aceitável embora tenham dificuldades com grandes cenários, mas não sou exigente quanto a isso.



Parte final

dezembro 17, 2009

As doze edições da Turma da Mônica Jovem - parte04

ATENÇÃO: SPOILERS!!


Turma da Mônica Jovem nº 8

O fatídico final de BRILHO de UM PULSAR.

Começamos no passado onde vemos a princesa Usagi acompanha de seu pai e do Robô (Sim! Ele mesmo!) indo de encontro do grande (e põe grande nisso!) Lorde Kamen. Existe uma tradição imperial que funciona da seguinte maneira: O império é governado por “casas” a cada período uma dessas casas escolhe seu campeão para lutar num desafio imperial, se o melhor lutador vencer a casa imperial dele poderá governar todas as outras. E esse desafio implica em lutar contra Lorde Kamen.

A princesa Usagi resolve participar ela mesma da disputa ao invés de mandar o seu Robô representá-la como é de costume. Contrariando a vontade do pai e de seu Robô. Daí vemos que há algo entre os dois. Para chegar a este objetivo a princesa precisa lutar com outros seres mais fortes o que nos leva ao presente onde ela encara a Mônica aos olhos de todo o império.


Mônica se recusa a usar armas embora esteja aborrecida com a princesa por ter abandonado o Robô em Marte. A princesa dá uma de Palpatine e lança raios nos cornos da dentuça. Toda a turma fica apavorada, mas como um “Cavalheiro do Zodíaco” Mônica resiste e ainda faz pouco caso da princesa.

Franja e o Astronauta reparam algo na gigantesca frota espacial que os cercam que pode mudar o jogo para os mocinhos.

Enquanto isso, Mônica ainda resiste aos ataques a lá Dragon Ball Z de Usagi, que se prepara para um ataque definitivo, até Mônica falar do Robô para ela que encerra dramaticamente seu ataque.

A princesa tem um treco, querendo saber como a Mônica sabe da existência dele e onde se encontra. O que se descobre é que o Robô foi exilado no posto de Marte, pois, a princesa não precisava mais ser protegida porque ela queria participar pessoalmente do desafio assim recuperando o prestígio da “casa imperial”. Usagi se arrepende da decisão, pois, ela ama (!) o Robô. Mônica da-lhe uma bronca a acusando de orgulho infundado por recusar a ajuda de seu amado autômato o que explica porquê Mônica estava com tanto ciúme da Xabéu com o Cebola preocupado mais com a ex-babá do que com a amiga (ainda).

Então Mônica e a princesa começam a ficar amiguinhas... Mas peralá, pomba!! Não pode terminar assim, né?

Surge o Lorde Kamen pra acabar com a ladainha e chama a princesa pra porradaria! Em Hoshi, Franja e Astronauta põem em pratica o seu plano e lançam um pulso eletromagnético na frota e se descobre que o número absurdo de naves e soldados eram hologramas para intimidar os heróis. Então nossos heróis partem pra cima da frota restante. Com a ajuda do Robô e sua Espada Pulsar acabam com o problema.

Enquanto isso, Usagi esta em desvantagem contra o Kamen, pois se desgastou muito no confronto com a Mônica que pede para ela deixar o orgulho de lado e chamar seu amado Robô que vem e mete a mão na cara do pulha gigante que cai e rapidamente declara Usagi como nova imperatriz(!) e tudo acaba bem!

Dando uma relida nesta edição, o final num aspecto romântico pode até ser divertido, mas a conclusão não deixa de ser BROXANTE.

Você pode ver esta edição de duas formas: Romântico sentimental entre Mônica, Robô e Usagi que seria o centro da história e que de alguma forma funcionaria. No quesito aventura espacial onde há um confronto sideral, mas acabamos num “tudo bem não era nada disso, no fundo somos gente (ou coelho) boa!” O que desanda tudo que foi mostrado na edição anterior e talvez por isso tenha me deixado um pouco decepcionado.

Claro que o foco é o amor do Robô pela princesa ( eu leio histórias da Marvel também então não estranho esse tipo de relacionamento), mas pra que mostrar tudo isso então? Se o tal império não é tão do mal assim deviam ter dito logo no começo da terceira edição ao invés de deixar para o final que deixou tudo piegas e sem sal. Reparem que até o Lorde Kamen (ou coelhão) aparece na foto com todo mundo desconstruindo o personagem em apenas uma página.

Dos personagens melhores desenvolvidos na trama em minha opinião estão a Usagi, por ser orgulhosa demais para admitir uma ajuda o que a afastou do Robô, que deveria ser o herói (ele lembra em muito os heróis japoneses tipo Jaspion, Kamen Rider, etc...) da história, mas seu jeito ingênuo foi muito exagerado em minha opinião, infantilizando-o suas ações. Pelo menos entenderam o Astronauta que se tornou um comandante de uma gigantesca nave esférica (como sua antiga nave) cheia de tripulantes gostei muito de vê-lo nesta versão e ainda bem que não fugiram desse padrão mesmo com a bronca do Franja. Uma das grandes sacadas foi transformar a Hoshi num robô redondo gigante na batalha final (tipo o anime Macross).

Reparo que Mônica esta muito determinada nesta historia o relacionamento com o Cebola foi bem desenvolvido sem ficar piegas, no entanto situações de briga ficou muito comedida. É nobre, claro, mas até onde isso pode chegar a ficar chato? De qualquer forma serviu ao propósito da história. Gostei quando a princesa a confunde com um homem.

Xabéu, o alvo da inveja da dentuça foi muito bem apresentada e no final vimos que ela esta arrastando a asa para o Astronauta (Histórias solo para ele já!).

O BRILHO DE UM PULSAR teve um bom começo, infelizmente em sua conclusão mostrou que a TMJ ainda não amadureceu em suas aventuras (pelo menos nestas duas primeiras) e que o receio de lidar com os personagens de forma diferente e menos “infantil” por assim dizer, pode ser prejudicial para tramas mais complexas como esta história ao qual estava gostando até o seu final.

Mas, esperemos as próximas aventuras.

Parte cinco

dezembro 14, 2009

As doze edições da Turma da Mônica Jovem - parte03

Atenção! Ha spoilers bem brabos!!


Turma da Mônica Jovem nº6

Começa um novo arco BRILHO de UM PULSAR, baseado no desenho animado “A Princesa e o Robô” de 1983. Para começar, esta história dividida em três edições tem a participação de Marcelo Cassaro (Holy Avengers) no roteiro e na concepção de arte dos personagens.

Tudo começa quando Mônica, Cebola, Cascão e Magali vão literalmente para o espaço, numa excursão escolar promovida (ou arranjada) por Franja. A jornada os leva a uma gigantesca estação espacial Hoshi chefiada pelo Comandante Astro (astronauta). Notamos que o ambiente esta mais futurista e que viajar pelo cosmo se tornou possível graças a tecnologia que o comandante trouxe a Terra. Trabalhando ao lado do Astronauta estão Xabéu (irmã do Xaveco) e Zé Luis.


O Comandante recebe a turma, impressionada com a tecnologia do enorme cruzador. Depois das explicações Mônica e seus amigos vão para seus aposentos, já Franja não perde a oportunidade de bajular o ídolo, que o leva até sua nave original onde teve bons e MAUS momentos.

Mais tarde, vemos nossos heróis adolescentes em Marte, agora com o ambiente respirável, graças há um grande processo de terra-formação. Conduzidos por Xabéu, os garotos são levados ao verdadeiro motivo de sua excursão: Um Templo antigo e misterioso, obviamente construído por uma raça alienígena.

Ao adentrarem no lugar, se deparam com uma imagem feminina esculpida na parede, Cebola repara que a figura possui “dentões” assim como a da Mônica que não gosta nada da comparação.

De repente, abre-se um compartimento no templo, libertando centenas de esferas mecânicas e começam atacar o grupo. Xabéu toma a dianteira e recebe o primeiro ataque, mesmo ferida pede para os outros saírem dali, fingindo estar bem. Os garotos recuam, mas Cebola repreende a Mônica acusando-a de covardia por ter acatado as ordens rapidamente (interessante essa cena.), no entanto são cercados na saída do templo. Eis que surge o Astronauta para salva-los com um traje de combate, impressionando a todos, principalmente o Franja.

Enquanto o herói espacial detona as “bolinhas mecânicas”, Mônica vai ajudar Xabéu. A garota resiste ao ataque das maquinas até surgir um estranho robô humanóide que pega uma espada e acaba de vez com “as bolinhas”. Em seguida ele chega até a dentuça (humm... espero não ver algum coelho de pelúcia em direção a minha cabeça!) e se ajoelha chamando-a de princesa.

Enquanto isso em outro planeta, o fato despertou a atenção de outro elemento na trama: A PRINCESA USAGI MIMI.

Ouvi dizer que este arco iria ser o primeiro da TMJ, mas houve um atraso ou coisa parecida. Bem, dá para notar que a trama esta mais comedida que o arco anterior.

A frase inicial do Astronauta quando se encontra com a turma: “Acho que conheço vocês! Talvez de alguma dimensão alternativa?” é um sinal de que o arco de Yuka deve ser desconsiderado.

O ambiente é um misto de presente com o futuro (tanto que na Terra aparece um Horácio “Godzilla”!) graças a tecnologia que o Astronauta trouxe a Terra. Vale notar que o herói, esta mais sério e amargurado, reflexo de duras aventuras pelo espaço (AHAAAMMM!).

A história começou bem, em minha opinião, claro que tem sempre aquela longa introdução redundante, mas é compensada pela engrenada no final da história.

Como disse no começo, Marcelo Cassaro teve forte influência na história, tanto nas referências visuais quanto nos diálogos. O desing do Robô e a atitude de alguns personagens como a Mônica confirmam isso. Os desenhos estão regulares, algumas imagens maiores como as do templo ficaram estranhas, mas nada indigesto.

Vamos ver o desenrolar...




Turma da Mônica Jovem nº 7

Logo de inicio somos levados a outro planeta (sem nome aliás) e vemos a tal princesa Usagi Mimi, na mesma situação da Mônica, enfrentando “bolinhas mecânicas que dão choque”, mas como exibição transmitida para toda a galáxia Para orgulho do pai o imperador (Ah! Esqueci de falar! Todos se parecem com COELHOS só que de quatro orelhas!) que parece ser um tipo amigável e ponderado. Usagi é cheia de si e se prepara para um tal duelo galáctico, então é avisada sobre o ocorrido em Marte. Como resultado ela parte para lá.

Enquanto isso, Mônica parece se entender com o robô humanóide (com orelhas de coelho!) quando chega o Astronauta na ignorância metendo a mão no bicho de metal que apanha sem dó, até a Mônica pedir para ele reagir e com facilidade derrota o herói sideral.

Mais tarde, o comandante se recuperando no centro médico diz o porquê reagiu daquele jeito. Ele sabia que o templo em Marte pertence ao Império Karoton (epá! Olha o nome ai!) um império tecnológico e expansionista de onde originou a primeira nave do Astronauta e todos os aparatos que foram criados a partir dele. Conta também que o robô que ele atacou, faz parte da tropa de elite chamados “Pulsar” os mais poderosos da galáxia.

Não querendo nem saber de nada, Mônica faz amizade com o robô e o leva para dar um role pela estação junto com a Magali, que nota que a amiga esta com ciúme do Cebola que fica babando ovo para sua ex-babá (Cara! Isto parece um típico fetiche adolescente... Deixa assim!). O robô mostra-se ingênuo e infantil em suas atitudes, pensando claramente que Mônica é a sua princesa. Vendo que ia dar me#$a, Magali força Mônica a dizer ao robô que ela não é a princesa que ele imaginava fazendo-o prometer que achará a princesa verdadeira ao qual Mônica esta com certa antipatia.

Astronauta, ainda desconfiado, vai checar os reparos de seu traje de combate e leva um esporro do Franja, que questiona que seu herói outrora pacífico tenha se entregado as armas (também tem um dialogo sobre vídeo games violentos também) em vez de usar a astúcia.

E eis que finalmente surge a princesa Usagi, que chama a Mônica pro pau, já que ela resistiu ao ataque das “bolinhas”. Acompanhada de uma absurda frota de naves.


Mônica por sua vez decide aceitar o duelo para evitar maiores problemas e pede para o robô orelhudo cuidar dos outros.

O confronto entre as duas será transmitido por toda a galáxia, mas um espectador parece muito mais interessado neste embate um tal de LORDE KAMEN.

Neste episódio dá maior expectativa sobre o que vai acontecer na próxima edição, não diria que seja uma edição muito boa, mas apenas parte de uma história maior.

Astronauta se vê numa evolução bem acertada, nesta sua versão TMJ e seu dialogo com o Franja serviu como um ajuste de personalidade do herói em contraste com sua antiga versão, mais amigável. Só espero que não estraguem o personagem depois da história.

A Mônica esta diferente, neste arco. Mais determinada e sem muita melação com o Cebola, embora haja sentimentos mais profundos entre os dois. O Cebola aliás, voltou sua atenção para Xabéu, até a visita no quarto onde, aparentemente sem querer a vê com trajes íntimos... Reparem! Ela foi babá dele, BABÁ!!! Nada pode ser mais sacana que isso! Ehehehehehehe...

A frase da edição, pertence a Mônica, após novamente ser atacada pelas bolinhas mecânicas:

-... ESTA ROUPA ERA NOVA!! QUAL O PROBLEMA DE VOCÊS? QUEREM ME DEIXAR PELADA? ISTO AQUI NÃO É MANGÁ HENTAI!!


Nada mais a ser dito.

Parte Quatro

dezembro 07, 2009

As doze edições da Turma da Mônica Jovem - parte02

Turma da Mônica Jovem nº4

Para resumir, é a edição ATENDENDO À PEDIDOS! E dá para ver isso logo na capa. Então vamos lá!

Prosseguindo a trama em TCHALU, nossos heróis com hormônios a flor da pele chegam ao Templo do Céu Infinito onde será realizado o torneio, depois de um curto e exaustivo treinamento. Nota-se que os habitantes são em sua maioria animais como o Mestre Caolho, Jota e Tarugo versões mangalizadas dos personagens da “Turma da Mata”. Enquanto isso, Yuka manda mais uma vez o que-ainda-insiste-em-se-chamar-Poeira-Negra para controlar seu Quarteto Fulminante e derrotar a Mônica e seus amigos. O torneio começa e logicamente, os finalistas são “Os Limoeiros fighters” e o Quarteto de Yuka. As lutas são bem rápidas (até demais) e no final sobra apenas (a Mônica? Nããoo...) o Cascão que com seus golpes e odores derrotou os adversários conseguindo o Anel de Saturno. Essa parte foi muito rápida, não deu para empolgar muito, embora tenha gostado da homenagem a Dragon Ball. A partir daí preparem-se para surpresas, pessoal.

E finalmente Mônica e seus amigos espinhentos chegam a última dimensão: EDOM (que seria anagrama de “medo”, só pra esclarecer, viu?) o lugar é um cemitério, é claro que a essa altura você que leu ou lê Turma da Mônica já deve sacar quem vai aparecer nesta dimensão. A missão desta vez é pegar o cilidro de Netuno que esta num castelo, mas são interrompidos quando a própria Yuka, cansada das últimas derrotas decide agir pessoalmente prestes a lançar lobisomens para cima dos meninos.



Quando a Rainha se prepara para voltar ao mundo real... Ela vira pedra!

E o responsável por isso é o próprio Poeira Negra que estava se fazendo de salame o tempo todo para pegar o poder de Yuka, ganhando um visual de vilão de Mangá com cabelão e tudo!



Vendo isso tudo estão a Marina, Cascuda e Denise que pensam o que fazer até a chegada de Céuboy, que estava esse tempo todo enfrentando o dragão de poeira do vilão. Denise avacalha com o nome do anjo que passa a se chamar ANGELO (aham!). Depois da palhaçadinha habitual, são descobertos pelo vilão que conjura monstros para atacá-los. Enquanto o pau come em Edom, com a ajuda do Penadinho (versão Mangá) e sua turma, Mônica e Cebola enfrentam lobisomens (usando bandejas de prata vejam só!) enquanto Cascão e Magali vão pegar o Cilindro de Netuno.


Poeira Negra se vê em vantagem, mais ai aparece algo que ele não esperava:

ENFRENTAR A TURMA TODA! Daí vemos as versões mais velhas do Jeremias, Titi, Do Contra, Quinzinho, Dorinha, Dudu, Bidu (vivo?!), Luca, Carminha Fru-Fru, Xaveco, etc. Todos trazidos pelo Nimbus agora um jovem mago. E agora sim a porradaria come geral! Até a Marina das uns tapas nos monstros, é uma maravilha!

Conseguindo o cilindro, a Turma principal volta para o seu mundo natal e acabar de vez com a ameaça do que-ainda-insiste-em-se-chamar-Poeira-Negra, para isso precisam juntar os quatro elementos na seqüência certa senão podem instaurar o caos eterno (Ainda mais essa, poxa!), feito isso eles tiram o poder do Poeira Negra. Então finalmente, chega a polícia e prende o meliante que desistiu do novo nome e prefere se chamar de Capitão Feio, mesmo.

Tudo resolvido chegou a hora de libertar os pais que segundo outra regra terão que se esquecer de toda aquela história de samurais e voltarem ao normal com o preço que a Mônica e os demais carreguem o legado consigo (gancho detect!) daí por diante.

No final temos o Seu Juca aparecendo de guarda do museu, um abrutalhado Piteco ressuscitado e o tão comentado beijo (ou selinho) entre Mônica e Cebolinha.



Quando eu disse que essa era a edição ATENDENDO À PEDIDOS não era brincadeira. Eu freqüento a comunidade da Turma da Mônica no Orkut e li inúmeras opiniões de leitores quanto ao desenrolar da história. A Começar, muitos reclamavam da posição do Capitão Feio na história, além do nome Poeira Negra, é claro. Não sei se a reviravolta foi premeditada, no entanto gostei da surpresa.

A intervenção do leitor fica bem mais clara quanto ao nome do Céuboy, que muitos acharam ridículo e mudou simplesmente para Ângelo (ahaaaaammm!!!). Também apareceram versões adolescentes de quase todos os personagens da turma para matar a curiosidade de todos e desfizeram toda aquela história dos pais samurais.

Ficou forçado? Sim, mas fizeram em consideração ao leitor que reclamou, então temos que engolir calados. Se não gostaram da solução, daí já é outro problema.

Ao meu ver ficou parecido com a edição anterior, muito saltado e corrido. Personagens aparecendo gratuitamente demais. As piadinhas, na maioria não foram das melhores na minha opinião.

Quanto ao beijo? Ora tinha que acontecer! Mas não esperem aqueles beijos língua, não é? Afinal é gibi da Mônica (embora crescida).

A reviravolta do Feio foi o que mais gostei, volto a dizer, embora eu ache que os roteiristas esqueceram-se de uma coisinha: Yuka! Virou pedra pra valer mesmo ou veremos a vilã em alguma outra ocasião (gancho stand by!)?

Esta edição tem o mesmo problema da anterior, muita coisa acontecendo além do que a quantia de páginas possa permitir. Eu tiraria algumas cenas e personagens que não precisariam estar ali, pelo menos neste arco. Senti especialmente que os espíritos guerreiros ficaram muito em segundo plano. Os desenhos, estavam simples mas bons.




Turma da Mônica Jovem nº5



Esta edição é um outro ATENDENDO À PEDIDOS, mostrando o cotidiano da turma sem aventuras mirabolantes ou coisa parecida. São três histórias simples como muitos acham que deveriam ser no começo.

A primeira história é ONZE COISAS QUE AS MENINAS AMAM e não serei eu que vou comentar este capítulo!



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Dina Tess

doutorada em assuntos de menina

mestrado em cultura pop/futil

(do blog Debiloid's)

Ooooooi, genteeee!!! Me chamaram aqui neste blog para comentar essa história fofa! Pra começar, queridos, vemos a Mônica (lindérrima por sinal...) correndo no maior chororô (bem teen mesmo essa santa!). O motivo do escândalo é por causa daquele amiguinho de cabelo espetado que às vezes fala errado agora chamado Cebola só por que foi estudar inglês com uma mocreia de outra turma! AAAF! Daí a guria deu tilt! E ficou deprê se abrindo com a amiga Magali! Bateu ciúme geral!

Daí eis que aparece a mãe da chifruda que com a voz da experiência consola sua rebenta e fala das onze coisas que as meninas a-do-ram!! Reuniu as outra duas amigas pra dar um rolê e qual o primeiro point que elas vão? No shopping é claro minha amiga!!! Se maqueiam compram roupa, foram ao cabeleireiro, olharam vitrine, comeram doce (que se dane a dieta santaaa!!!), compraram celular, se perfumaram, foi um bafafá amores!!!

E no final, já na Nice, nossa amiga tem uma surprise! Chega o bofe de cabelo espetado arrependido pela rasteira trazendo flores! Ai que meigo! Só não rolou o beijoooo!!! Que coisaaaaa!!! Ficou tudo na base da amizade! Mas sou paciente... (ô Seu Maurício!!! Acorda ai!! Desencana esses dois logo ai!!)

Historinha fooofaaa!! Tudo de bom! Adorei!! Acho que vou agora chama as amigas e arrasar por ai! Fui!

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Aham! Bem... A despeito do que foi dito acima, a história é bem de menina mesmo. Não, não é ruim! Embora alguns a acusem de ser fútil, tem boas tiradas cômicas e é voltado ao público alvo. Mostra também a relação entre a mãe da Mônica com relação a filha, agora adolescente. Desenhos continuam bons.

OS MENINOS SÃO TODOS IGUAIS

Como minha comentarista especializada esta ausente, cabe a mim tentar comentar esta história também.

Mônica faz um escândalo na sala de aula quando revela estar “pagando um pau” para o Cebola que é atacado pela mesma por achar que estava zoando com ela. Depois da situação pra lá de vexaminosa, Mônica acaba descobrindo que Cebola esta combinando com o Cascão sair com Titi que havia brigado com a Aninha. Crendo que eles vão para uma balada, Mônica, Magali e Denise preparam uma emboscada na mata perto de uma fábrica abandonada para os meninos em defesa de Aninha. Supondo que o local seria usado para uma festa. Porém fenômenos estranhos acontecem assustando as meninas, logo após aparece o Cebola que tira Mônica dali.

No final, as meninas descobrem que os meninos na verdade estavam treinando beisebol (?) num campo ao lado deixando elas refletindo sobre as mancadas que fizeram.

Na minha opinião é a melhor história desta edição. Os escândalos da Mônica, Magali e Denise foram muito hilários, sem falar das ceninhas humilhantes com o pobre Cebola que foi até parar no hospital.

Só achei estranho o fato dos meninos estarem treinando beisebol e não futebol que é um esporte muito comum em nosso país. Talvez estejam visando o mercado internacional, já que TM é vendido em vários países (mas se fosse por isso, porque não o basquete?) em todo caso não atrapalhou em nada o andar da história apesar de ainda ter as famosas auto-afirmações da adolescência.

PAI! ME EMPRESTA O CARRO?

História curta e simples, como o título diz, Cebola pede o carro emprestado ao pai, mas para lavá-lo apenas, Cascão e Titi fazem pouco caso do amigo até mudarem de idéia quanto a recompensa que vem atrelado ao trabalho. A história como disse simples demais para falar muito e até pode se dizer regular.

Essa edição me deixou com a sensação de estar vendo o Disney Channel ou qualquer coisa parecida o que deu um certo desconforto em lê-lo, principalmente na primeira história que é voltado para o público feminino. Já a segunda foi tão engraçada que nem me incomodei tanto, só achei esquisito colocar beisebol na equação, pois não é um esporte muito popular por aqui como já disse. O trio Mônica, Magali e Denise foi o ponto alto da história.

A última história é simples, mas é um bom encerramento.

Vale notar que em toda a edição tem aquele romance “chove não molha” entre Mônica e Cebola que estão numa linha muito tênue para assumirem de vez o namoro ou não. Os roteiristas parecem lidar com uma bomba prestes a explodir. Quando ocorrer abaixem-se!!

Parte três